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A Escola e as Infecções de Repetição

10/02/2015 10:31:41

“Essa criança não sabia o que era ficar doente; depois que começou na escolinha vive no médico”.  Sem dúvida essa é um dos relatos mais frequentes  nos consultórios de otorrinopediatria.  Geralmente  vem acompanhado de uma pilha de receitas de medicamentos e de  pais que expressam toda a sua frustação com essa situação.
 
Antigamente era comum que as crianças fossem para a escola com a idade de 6 ou 7 anos, ou seja, com o seu sistema imunológico plenamente desenvolvido. Hoje em dia, pela socialização precoce ou por necessidade dos pais ( ambos trabalham), as crianças tem freqüentado as creches e as pré-escolas com idade cada vez menores. E com isso muitos desenvolvem crises recorrentes de infecções. Além da imunidade não plenamente desenvolvida, existe o contato maior com outras crianças, o que facilita a transmissão de germes causadores de doenças.  Tamanho é o impacto desse fator que, num artigo da Interamerican Association of Pediatric Otorhinolaryngology, a redução de exposição ao vírus (creche) foi a primeira conduta.
 
Apesar de ser muito fácil orientar que tirem as crianças da escolhinha, tal fato, ás vezes, não é possível. Como foi dito, alguns necessitam deixar os filhos na creche, por total falta de opção.  Os médicos  devem  ser sensíveis com essa situação e tentar, dentro do possível, resolver o problema dos pacientes, sem penalizar ainda mais os pais. Sempre é possível , se não eliminar, atenuar as crises e as consequentes visitas ao médico.
 
Departamento de otorrinolaringologia do Instituto da Criança

 

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